HomeNossa HistóriaArtigosFotosVideosNotícias
MinistériosDownloadsCadastre-seFale ConoscoLocalização
 
 
 COLUNISTAS
   Carla Alecrim
   Dom Alberto Taveira
   Dom Sérgio Eduardo Castriani, CSsP
   Frei Sebastião F., ofmcap
   Frt. Inácio da Trindade, sjs
   Ivanildo Jr
   Lucimar Maziero
   Padre Flávio Sobreiro
   Papa Bento XVI
   Papa Francisco
   Papa João Paulo II
   Pe. João Evangelista, sjs
   Pe. Micael de Moraes, sjs
   Ronnei Peterson
 
 CATEGORIAS
   **Mostrar tudo
   **Artigo
   **Bispos
   **Espiritualidade
   **Formação
   **Formação Humana
   **Liturgia Diária
   **Ministérios
   **Notícias
   **Papa
   **Raio-x do Servo
   **RCC
   **Sacerdotes
   **Santo do Dia
   **YouCat
 
Artigo: São Carlos Lwanga e companheiros
Subtítulo: Por Fabiano Farias de Medeiros
Data: 04/06/2014
Categoria: **Espiritualidade
Carlos e seus companheiros foram firmes e corajosos na fé. Em meio a dor mantiveram acesa a chama do amor de Deus

HORIZONTE, 03 de Junho de 2014 (Zenit.org) - Carlos Lwanga residia na região de Uganda. Desde cedo foi educado e preparado por sua família para exercer o sacerdócio ao deus Kabaka que segundo a cultura de seu país admitia somente homens virgens e virtuosos. Carlos seguiu esta determinação até o dia em que soube da chegada de missionários à sua região no ano de 1878. Foi conhecê-los, pois soube que também guardavam a castidade e veio a conhecer Robert Mukasa que era o líder católico. Mukasa orientou e ensinou as virtudes de fé e a doutrina cristã para Carlos que abandonou seus deuses, sendo batizado.

Uganda era governada pelo Rei Mwanga II que tinha comportamento bastante dissoluto e sem pudor. Carlos já assumia a liderança dos pajens do palácio e juntamente com Mukasa procuravam repreender o rei de suas infames atitudes. Em 1885, o rei irritado com as constantes investidas de Mukasa ordenou sua decapitação. O rei empreendeu então grande perseguição aos cristãos iniciando pelos pajens do palácio os quais foram duramente questionados e alguns deles mortos por não ceder às atitudes arbitrárias do rei.

Percebendo isso, Carlos batizou os pajens e os orientou na firmeza e perseverança na fé. Mwanga II entrou em consenso com seu conselho e resolveu interrogar os pajens com o intuito de renegarem a sua fé sob pena de morte. Assim o fez, ordenando que aqueles que rezavam ficassem de um lado e os que não rezassem ficassem ao seu lado. Carlos e seus doze companheiros foram para o lado oposto e inflamaram a ira do rei que os perguntou uma última vez se iriam permanecer cristãos. Ao ouvir um sonoro sim por resposta, ordenou que fossem mortos.

Os jovens foram confinados na prisão de Namugongo, a setenta quilômetros da capital, Kampala. No dia 03 de junho de 1886 iniciaram-se as terríveis torturas e flagelos aos jovens. Carlos foi o primeiro a morrer, queimado vivo, para assim motivar os outros a desistirem de sua fé. Mesmo depois de sua morte e sob terríveis sofrimentos, nenhum dos jovens recuaram e foram mortos. Os mártires foram beatificados por Bento XV a 6 de junho de 1920 e canonizados pelo papa Paulo VI em 18 de outubro de 1964. Carlos Lwanga foi declarado "Padroeiro da Juventude Africana"


Fonte: Zenit
Voltar para página de artigos
Comentários

Nome(requerido)

Email(requerido)




mais comentários clique aqui ...
Todos os direitos reservados a Invictos Tecnologia
Versão 1.0.0.89