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Artigo: Quantidade ou Qualidade?
Subtítulo: É possível um existir sem o outro?
Data: 10/11/2011
Colunista: Ronnei Peterson

Quantidade ou Qualidade?

Primeiramente quero agradecer as pessoas que me criticam, que criticam nossos servos e que criticam o Ministério Agnus Dei, afinal de contas, se não fosse as críticas como poderíamos saber aonde podemos melhorar? Já que estamos falando de melhorar, porque não falar de qualidade?

Quando me deparo com a seguinte frase: “É melhor qualidade do que quantidade?” sinto um arrepio na espinha. Sou um empreendedor por natureza, tenho empreendido diversos negócios desde os meus 12 anos, quando comecei a dar aulas de piano como uma forma de obter minha própria renda. Nesta época lembro-me que pegava minha bicicleta, na época uma Caloi-Cross, e ia até a casa dos meus alunos, ensinar o que eu havia aprendido na escola de música. Confesso que naquela época tinha poucos alunos, mas eu tinha qualidade! Sempre fui muito atencioso e preocupado com minha didática, sempre me preocupei que meus alunos deviam ter resultado, mas sinceramente apenas a qualidade não me sustentou nesse período, eu precisava de mais alunos, e de uma estrutura maior, afinal de contas não conseguia nem comprar uma bicicleta maior com o dinheiro que eu recebia de meus poucos e amados alunos. Resolvi empreender um pouco mais, pedi as salas de catequese da Paróquia Nossa Senhora de Fátima emprestadas durante a semana para dar aulas de teclado para filhos de fiéis, mas especialmente catequizandos. Nesta época cheguei ter 60 alunos! Foi um ano muito bom para mim, consegui aplicar a qualidade aliada a quantidade, consegui trocar de bicicleta e juntar dinheiro para comprar um teclado novo. Depois de um tempo esse empreendimento não deu muito certo, mas foi bom, muito bom, enquanto durou. E com esse breve prefácio, quero divagar um pouco sobre o assunto.

Será que realmente é preferível qualidade do que quantidade?  Ou será que é possível ter qualidade sem quantidade?

São duas perguntas distintas mas conexas entre si, afinal de contas, encontramos uma ligação muito forte entre elas no nosso Ministério.

O Ministério Agnus Dei sempre teve uma premissa: “Se não for para fazer bem feito, não façamos então!”

Sei que parece duro demais para um grupo de oração, mas mais uma vez, lá venho eu com minhas “teorias empresariais”.

No mundo empresarial existem teorias que tratam especificamente de controle de qualidade, uma delas muito conhecida é a Gestão da Qualidade Total ou TQM (“Total Quality Management”) aplicada por grandes empresas, entre elas a Toyota, "Que consiste em uma estratégia de administração orientada a criar consciência da qualidade em todos os processos organizacionais". (fonte Wikipédia).

Estudei a TQM no ano de 2001 no meu curso universitário, a 10 anos atrás falava-se muito que as empresas que não estivessem focadas em qualidade total em seus produtos, atendimento e organização interna estariam fadadas a morte.

Confesso que achei o conceito um pouco exagerado, mas depois de 10 anos como empresário no ramo de softwares verifiquei que a qualidade pode levar um produto ao topo ou simplesmente tirá-lo do mercado.

Diante desses fatos percebemos no Ministério Agnus Dei que a qualidade deveria um dos nossos nortes, tão importante quanto a “espiritualidade”, os fiéis estão cansados de pessoas com “muita boa vontade” e “pouco conhecimento e qualidade”. Ter boa vontade em tocar um violão, ou em pregar não significa qualidade nem conhecimento, ter boa vontade em cantar, não significa afinação e técnica. Por isso não aceitamos que alguém entre no ministério de música apenas por “gostar” de cantar e ser um “servo aplicado” em outro ministério, se ele não tem técnica ou não é afinado, não serve para a música, talvez ele seja ótimo em outro ministério, mas não na música. Precisamos ter a firmeza necessária para “dizer não sem nos culpar por isso”, ou simplesmente abriremos mão da qualidade. Boa vontade no mundo empresarial sem técnica e conhecimento levam as empresas a estatística de morte, mais de 90% das empresas morrem nos primeiros anos de vida.

Posso ser ousado em dizer que muitos grupos de oração e igrejas estão morrendo ou agonizando por falta de qualidade, falta de qualidade musical, falta de qualidade na oratória, falta de qualidade em sua administração, e principalmente falta de qualidade “espiritual”. Pessoas que não tem intimidade com Deus, que não oram, que não estudam a palavra, que não se dedicam a seus irmãos, muitas vezes estão a frente de grupos, e são um dos culpados da falência desses “empreendimentos”.

Fico mais estupefado ainda quando ouço a afirmação que preferem “qualidade do que quantidade”, afinal de contas, se algo é bom deve ser alcançado por muitos, deve ser “vendido” a muitos, ou a “salvação de Cristo” não é boa o suficiente para ser “levado a toda a criatura”, conforme a Bíblia nos ensina?

"Isto é bom e agradável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que TODOS os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade." (I Timóteo 2:3-4)

Se temos um “produto” sem defeitos em nossa mão, temos o primeiro passo para o sucesso em “vendas”. Precisamos agora traçar as estratégias corretas, “com qualidade” e como dizem meus amigos “correr para o abraço”.

Boas estratégias de vendas aliadas a ótimos produtos, geram “volume de vendas”, ou seja: “GERAM QUANTIDADE”.

Então é: “Impossível ter QUALIDADE sem QUANTIDADE”


Pense nisso!

Ronnei Peterson
Coordenador do Ministério de Formação
Membro/Fundador do Ministério Agnus Dei
Presidente da AMAD – Associação Ministério Agnus Dei

 

Você poderá ler mais sobre esses assuntos no meu livro que neste momento encontra-se no "forno de produção"!

Espero comentários e críticas, afinal de contas como posso melhorar se não sei onde errei?

Deus te Abençoe sempre!


Fonte: Ministério Agnus Dei
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